
“É um embrulho no estomago, um nó na garganta, um aperto no peito e uma imensa saudade. Saudade do que nem teve chance para ser, saudade de tudo aquilo que planejava mentalmente para nos dois. Os planos eram tão bons, os sonhos tão felizes… Resta disso tudo apenas as doloridas lágrimas e cacos de sonhos. Nem eu sei mais porque nos não podemos ser apenas um. Nunca te disse mas eu amava imaginar você aqui no meu aniversario, como se seus pais fossem deixar, sabia que não, mas mesmo assim era legal planejar. Amava ler suas musicas, e como amei aquela que já foi tão especial, “A lua daquela noite”… Infelizmente aquela noite passou, tão linda, tão especial, tão passado. Ai como eu amava todas as brincadeiras retardadas, a nossa criancice, nossa felicidade. Ah! Como eu sinto sua falta. O momento mais feliz do meu dia é quando falo contigo e por um instante esqueço da dura realidade, por um momento posso rir contigo, posso brincar, posso voltar a ser criança. Tudo passa e me vejo novamente no chão como uma criança rondada por brinquedos, mas sem aquele um, o mais especial já não mais está. Mas não! Não pode ser, não agora, não nunca, te amo demais para te ajudar levantar agora e depois te deixar caído no chão desamparado, você precisa de mais, merece mais… Eu te amo, mas agora já não posso mais te dar meu amor. Viva! Viva feliz, viva sem mim que teu futuro é brilhante assim como o pequeno homem que vive dentro de seu coração, que não aparece, que não se mostra, para ninguém, que apareceu para mim, aquele que por sorte tive a chance de conhecer…”
— (via tearingheart)
(via querido--john)